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Prefeitura Municipal de Arraial do Cabo - RJ
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Plano Municipal de Vacinação
Plano de Contingência
da COVID-19
 
2021
  
Índice
 
I. Introdução
            I.1.Características do Município de Arraial do Cabo
            I.2. Aspectos Globais de COVID-19
I.3. Características Gerais da COVID-19
I.4.Agente Etiológico
I.5.Aspectos clínicos da doença
I.6.Abordagem Vacinal
 
II. Objetivos Gerais
III. Objetivos Específicos
IV. Metas
V. Composição de Coordenadores
VI. Atenção Básica
            Atenção Primária à Saúde
            Estrutura Logística e Recursos Humanos
VII. Previsão de ações para o enfrentamento da COVID-19 no município de Arraial do Cabo em 2021
VIII. Referências
 
Introdução
 
I.1. Características Gerais do Município de Arraial do Cabo
 
Arraial do Cabo (RJ) compõe a mesorregião das Baixadas Litorâneas, que abrange os municípios de Araruama, Armação dos Búzios, Cabo Frio, Cachoeiras de Macacu, Casimiro de Abreu, Iguaba Grande, Maricá, Rio Bonito, Rio das Ostras, São Pedro da Aldeia, Saquarema e Silva Jardim. O município possui área total de 157,6 quilômetros quadrados, correspondentes a 2,9% da área da Região das Baixadas Litorâneas.
Arraial do Cabo está localizada à 140km da capital do Estado do Rio de Janeiro e foi fundada em 1985, após emancipação do Município de Cabo Frio. Atualmente sua população compreende 30.593 (Estimativa 2020, IBGE) com densidade demográfica de  172, 91 hb/km2 (dados de 2010).
O turismo é uma atividade com significativa preponderância na economia do município por conta das diversas atividades geradoras de empregos (formal e informal), bem como da produção de bens e serviços.  Tal cenário contribui, na questão da geração de renda, melhoria da qualidade de vida da população, apesar da baixa compreensão dos impactos (positivos e negativos) sobre o meio ambiente e as questões socioculturais. Ademais, estas atividades acarretam fluxo aumentado de pessoas, principalmente durante feriados e datas comemorativas, havendo, portanto, a necessidade de se desenhar medidas de contingenciamento de COVID-19 específicas para estas ocasiões.
Paralelamente a isso, para o segundo semestre de 2021 a Secretaria Municipal de Educação prevê a volta ao ensino presencial em modelo híbrido e, portanto, medidas relacionadas ao controle da propagação no ambiente escolar também serão incluídas neste plano.
 
I.2. Aspectos Globais da COVID-19
 
Em dezembro de 2019, em Wuhan/China, houveram os primeiros registros de COVID-19 no mundo. Devido à alta capadicade de disseminação, já foram registrados mais de 188 milhões de casos de COVID-19, incluindo mais de 4 milhoes de mortes pela doença (WHO, 2021). No Brasil, já são mais de 19 milhões de casos confirmados, totalizando mais de 537 mil mortes  (MS, em 16 de julho de 2021). Em Arraial do Cabo, foram confirmados 1.556 casos da doença, com 86 mortes no município.
Devido à necessidade de definir medidas de enfrentamento, prevenção e controle da COVID-19 em Arraial do Cabo, descrevemos no presente documento, ações integrando diversos setores da saúde com a participação da população para mitigar os efeitos da pandemia no município.
 
I.3. Características gerais da COVID-19
 
A covid-19 é uma doença causada pelo coronavírus, denominado SARS-CoV-2, e apresenta espectro clínico que varia desde infecções assintomáticas até quadros graves. Cerca de 80% das pessoas com covid-19 podem ser assintomáticas ou oligossintomáticas, segundo a Organização Mundial da Saúde. Em aproximadamente 20% dos casos detectados há necessidade de atendimento hospitalar devido à dificuldade respiratória (destes, 5% podem necessitar de suporte ventilatório). Sua letalidade varia, principalmente, conforme a faixa etária e condições clínicas associadas.
Vale ressaltar que outros vírus respiratórios, também ocorrem sob a forma de surtos e, eventualmente, circulam ao mesmo tempo que o SARS-CoV-2, tais como influenza, parainfluenza, rinovírus, vírus sincicial respiratório, adenovírus e outros coronavírus.
O período de incubação do SARS-CoV-2 para a infecção entre humanos varia de 1 a 14 dias, com mediana de 5 a 6 dias. A transmissão pessoa-pessoa se dá através da via respiratória, por secreções produzidas na tosse, espirros e coriza, semelhante à transmissão do vírus da influenza, por meio de contato direto ou próximo, especialmente através as mãos não higienizadas ou por contato com objetos e superfícies contaminados
No Brasil, o primeiro caso de covid-19 foi confirmado no dia 26 de fevereiro de 2020 em São Paulo- SP. Em 20 de março de 2020, foi declarado que a transmissão do novo coronavírus passou a ser considerada comunitária em todo o território nacional e desde então, medidas sanitárias vem sendo tomadas na entativa de diminuir o ônus ocasionado pela pandemia de COVID-19.
 
I.4. Agente etiológico
O vírus SARS-CoV-2 ( do inglês Severe acute respiratory syndrome coronavirus 2) é o agente etiológico da pandemia da COVID-19. Este vírus pertence ao grupo dos betacoronavírus com grande homologia ao (SARS-CoV). O SARS-CoV-2 é altamente transmissível e patogênico e utiliza o receptor ACE2 (Enzima conversora de angiotensina-2 ) se disseminando principalmente pelo trato respiratório.
Os vírus naturalmente sofrem variações genéticas. Variantes do vírus SARS-CoV-2  estão sob a vigilância. Podemos citar a título exemplificativo, a B.1.1.7 (Alpha)_ identificada pelo Reino Unido em 14 de dezembro de 2020, que, segundo a OMS, foi responsável por um aumento significativo da transmissibilidade, contribuindo para aumentos na incidência, hospitalizações e pressão sobre o sistema de saúde desde a segunda metade de dezembro de 2020.
Quanto à variante B.1.351 (Beta)_ identificada na África do Sul e notificada em 18 de dezembro de 2020, os resultados preliminares indicam que esta também pode sugerir um maior potencial de transmissibilidade. No entanto, ainda é necessária uma investigação mais aprofundada sobre este e outros fatores que influenciam na transmissibilidade, severidade, imunidade, reinfecção, vacinação e diagnóstico. P.1 (Gamma):  linhagem B.1.1.28, identificada em viajantes provenientes de Manaus- AM em 9 de janeiro de 2021. Tendo em vista o aumento rápido e expressivo do número de casos e óbitos pela doença em Manaus, a partir de dezembro de 2020, há uma hipótese de que isso esteja relacionado com uma maior infectividade dessa variante. B.1.617.2 (Delta): variante inicialmente identificada na Índia em dezembro de 2020.
            Medidas de distanciamento físico, uso de máscaras, higienização das mãos,  isolamento e quarentena, além de esquemas eficientes de vacinação são ferramentas fundamentais para limitar a disseminação do vírus que causa covid-19 e proteger a população.
 
I.5. Aspectos clínicos da doença
Os quadros clínicos de COVID-19 podem variar desde casos assintomáticos até casos críticos e seguem as definições publicadas na quarta edição do guia Orientador para o enfrentamento da pandemia covid-19 na Rede de Atenção à Saúde, do ministério da saúde:
  • Caso assintomático: caracterizado por teste laboratorial positivo para e ausência de sintomas.
  • Caso leve: caracterizado a partir da presença de sintomas não específicos, como tosse, dor de garganta ou coriza, seguido ou não de anosmia, ageusia, diarreia, dor abdominal, febre, calafrios, mialgia, fadiga e/ou cefaleia.
  • Caso moderado: os sintomas mais frequentes podem incluir desde sinais leves da doença, como tosse persistente e febre persistente diária, até sinais de piora progressiva de outro sintoma relacionado à Covid-19 (adinamia, prostração, hiporexia, diarreia), além da presença de pneumonia sem sinais ou sintomas de gravidade
  • Caso grave: considera-se a Síndrome Respiratória Aguda Grave (Síndrome Gripal que apresente dispneia/desconforto respiratório ou pressão persistente no tórax ou saturação de O2 menor que 95% em ar ambiente ou coloração azulada de lábios ou rosto). » Para crianças, os principais sintomas incluem taquipneia (maior ou igual a 70 rpm para menores de 1 ano e maior ou igual a 50 rpm para crianças maiores que 1 ano), hipoxemia, desconforto respiratório, alteração da consciência, desidratação, dificuldade para se alimentar/recusa alimentar, lesão miocárdica, elevação de enzimas hepáticas, disfunção da coagulação, rabdomiólise, cianose central ou SpO2<90-92% em repouso e ar ambiente, letargia, convulsões.
  • Caso crítico: os principais sintomas são sepse, síndrome do desconforto respiratório agudo, insuficiência respiratória grave, disfunção de múltiplos órgãos, pneumonia grave, necessidade de suporte respiratório e internações em Unidades de Terapia Intensiva. A covid -19 pode estar frequentemente associada a manifestações mentais e neurológicas incluindo delírio ou encefalopatia, agitação, acidente vascular cerebral, meningo-encefalite, olfato ou paladar prejudicados, ansiedade, depressão e distúrbios de sono. Em muitos casos, manifestações neurológicas foram relatadas mesmo em pacientes sem sintomas respiratórios. As manifestações clínicas da covid-19 são geralmente mais leves em crianças do que em adultos. No entanto, em 26 de abril de 2020, o Sistema Nacional de Saúde Inglês (NHS) lançou um alerta relatando uma nova apresentação clínica em crianças, caracterizada como uma síndrome hiperinflamatória que pode levar a um quadro de falência de múltiplos órgãos e choque, denominada Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P) temporalmente associada à covid-19.
 
I.6. Abordagem vacinal
            A Anvisa, como órgão regulador do Estado brasileiro, concedeu em 23/02/2021 o registro definitivo da vacina Vacina Pfizer/ Biontech. O imunizante do Laboratório Pfizer/BioNTech recebeu o nome popular de Cominarty. Em 12 de março foi concedido o registro definitivo da vacina AstraZeneca/Fiocruz. E em 31 de março foi aprovada para uso emergencial a Janssen COVID-19 Vaccine- Vacina COVID-19 (Ad26.COV2-S, recombinante). A vacina Coronavac do instituto Butantan também recebeu aprovação do órgão para uso emergencial. As vacinas Covaxin (Bharat Biotech) e Sputnik-V (União Química) ainda estão em análise pela Anvisa.  A Campanha Nacional de Vacinação contra a covid-19 no Brasil teve início no dia 18 de janeiro de 2021 e segue até os dias atuais, sendo regulada pela disponibilidade de doses.

 
  1. Objetivos gerais
- Evitar a ocorrência de novos casos de COVID-19 no município de Arraial do Cabo.
- Evitar a ocorrência de mortes por infecção SARS-CoV2, COVID-19
- Promover a vacinação da população
- Reduzir a ocorrência de doenças respiratórias análogas à COVID-19
- Promover a articulação entre os diversos setores da saúde do município no enfrentamento da doença
- Promover uma maior adesão da população às medidas de prevenção e controle no controle dos determinantes socioambientais da doença.

 
  1. Objetivos específicos
- Ampliar o espectro de imunização da população através da continuidade do plano de vacinação municipal.
- Aprimorar a Vigilância Epidemiológica para garantir diagnóstico rápido e oportuno e manejo clínico adequado dos pacientes com COVID-19.
- Campanhas de conscientização da população em geral e também de segmentos específicos da sociedade.
- Manutenção das campanhas de vacinação contra a Gripe comum evitando assim quadros respiratórios que se assemelham à COVID.
-  Promover a comunicação entre os diversos setores da saúde do município (vigilância em saúde, atenção primária, diretoria das unidades de atendimento, etc.), para garantir eficiência na notificação e disponibilização de dados epidemiológicos importantes para o enfrentamento da doença.

 
  1. Metas
            - Ampliar o percentual de vacinação da população maior de 18 anos com a primeira dose do imunizante e obter adesão satisfatória da segunda dose, nesta população.
            - Entre os indivíduos com até 18 anos (totalizando 25.319) pretende-se imunizar em 100% a população alvo, havendo, no entanto, a dependência da disponibilização de doses liberadas pelo Estado.
            - Realização de campanhas constantes para conscientização da população para o uso de máscaras e manutenção do distanciamento social.
            - Atualizar toda rede municipal pública e privada sobre dados epidemiológicos, local de diagnóstico, calendário de vacinação para o manejo cada vez mais eficiente dos casos de COVID-19.
            - Divulgação de protocolos sanitários para a prevenção e controle da disseminação da COVID-19 por meio de construção de material informativo, oficinas e utilização de meios digitais.
            - Viabilização de campanhas de vacinação de Influenza visando aumentar a adesão da população em geral como estratégia de diminuir quadros respiratórios análogos à COVID.
 
V- Composição de Gestores
            Tabela abaixo lista gestores com participação direta na estrutura da rede de enfrentamento à COVID-19.

 
Estrutura Organizacional para enfrentamento da COVID-19
Secretário Municipal de Saúde Jorge Luiz Diniz Moura Filho
Diretor Técnico – Hospital Geral de Arraial do Cabo - HGAC Willian Policiano Peres Soares
Direção de Enfermagem - HGAC Elenice da Silva Marinho Souza
Coordenadora de Vigilância em Saúde/VE Camila Nunes Batista
Diretora Técnica de Atenção Básica Lays Teixeira Pimentel Moreira
Coordenador das USF Ana Carolina Attisano Vicente
Laboratorista – Responsável pela alimentação do Sistema Cristina Alvarenga Alves
Responsável do Transporte - HGAC Carlos Alberto da Cunha Santana Hecht
Coordenação do CCIH-HGAC Milena Aparecida da Conceição Moura
Coordenadora de Imunização Aurimar da Silva Marinho Pereira
 
 Atenção Básica
 
VI.1. Atenção primária à Saúde (APS)
 
            Entendendo a importância da atenção primária em saúde no enfrentamento da pandemia de COVID-19, 7 passos preconizados pelo ministério da saúde a fim de servirem de base para discussão e análise das medidas a serem tomadas em cada região (passos numerados de 1 a 7, foram transcritos do Guia Orientador para o enfrentamento da pandemia covid-19 na Rede de Atenção à Saúde 4ª edição:
 
Passo 1: Fortalecer a APS    
Ação 1 – Redimensionar o atendimento às demandas espontânea e agendada, considerando a necessidade no momento de pandemia, com possível aumento do volume de atendimento a casos agudos e, se possível, sem prejuízos aos atendimentos eletivos à população prioritária da APS, tais como: gestantes, crianças e pessoas com doenças crônicas não transmissíveis. Garantir que pacientes com síndrome gripal e sintomas respiratórios sejam atendidos por demanda espontânea na APS com classificação de risco. 10
Ação 2 – Estabelecer, se necessário, uma ou mais UBS de referência para o atendimento de casos de covid-19, bem como outros agravos prevalentes na região, como dengue, zika vírus, chikungunya, etc.
Ação 3 – Manter todas as UBS abertas e funcionando em período integral, realizando acolhimento com classificação de risco para demanda espontânea. Organizar fluxo de atendimento diferencial para pacientes sintomáticos respiratórios.
Ação 4 – Estender o horário de funcionamento das UBS, sempre que possível.
Ação 5 – Estabelecer e implementar protocolos e fluxos de manejo de casos, de forma ordenada e articulada com os demais pontos de atenção, em especial, a Rede de Urgência e Emergência.
Ação 6 – Capacitar os profissionais da APS no diagnóstico e manejo de casos de síndrome gripal (SG) e síndrome respiratória aguda grave (SRAG), com vistas a preconizar o manejo dos casos leves na APS. Quando houver capacidade instalada, preconizar também o manejo dos casos moderados, conforme disponibilidade de recursos humanos, insumos e equipamentos um atendimento qualificado, e qualificar os profissionais no diagnóstico diferencial de dengue, zika, chikungunya agravos prevalentes no território.
Ação 7 – Estabelecer mecanismos de transporte para encaminhamento dos casos moderados e graves, acolhidos e estabilizados na APS, bem como fortalecer a articulação com os serviços de regulação e com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – Samu quando este estiver disponível no município.
Ação 8 – Ordenar e coordenar a Rede de Atenção à Saúde local, visando articular a oferta de atendimento na Atenção Especializada e nos serviços de Urgência e Emergência, a fim de qualificar o fluxo de encaminhamentos em tempo oportuno.
Ação 9 – Manter a dispensação de todos os medicamentos padronizados na RENAME/ REMUME, quando possível.
Ação 10 – Garantir que toda gestante realize o número adequado de consultas de pré-natal. Garantir o acompanhamento longitudinal do usuário com doenças crônicas.
 
Passo 2: Monitorar os casos de síndrome gripal (SG) e acompanhar as altas de síndrome respiratória aguda grave (SRAG)
 
Ação 1 – Prover equipamentos como termômetros e oxímetros de pulso para as UBS. Ação 2 – Capacitar os agentes comunitários de saúde (ACS) e demais profissionais das equipes no uso adequado de EPI e demais equipamentos, em especial oxímetro de pulso e termômetro, bem como no monitoramento domiciliar de casos 11 de síndrome gripal e na busca ativa dos contatos.
Ação 3 – Organizar, durante o período da pandemia, o processo de trabalho dos ACS para acompanhamento domiciliar dos casos de síndrome gripal e altas de síndrome respiratória aguda grave, concomitantemente ao acompanhamento habitual dos indivíduos com condições crônicas e outros agravos que necessitem de acompanhamento longitudinal.
Ação 4 – Para populações em áreas sem cobertura suficiente de profissionais, utilizar ferramentas de tele monitoramento disponíveis no território, preferencialmente executadas por profissionais que estejam afastados de suas atividades laborais, por estarem inseridos no grupo de risco da covid-19 ou por outros integrantes da equipe multiprofissional cujas atividades se encontram suspensas ou reduzidas devido à pandemia.
Ação 5 – Seguir as orientações do Manual de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde referente à estratégia de testagem de casos suspeitos.
 
Passo 3: Organização da gestão
 
Ação 1 – Realizar a gestão dos recursos humanos disponíveis em todos os estabelecimentos de saúde da APS, avaliando, sempre que necessário, a possibilidade de remanejamento, para que o possível absenteísmo de profissionais (férias, afastamentos, licenças) não impacte na assistência ofertada, bem como, controlar o estoque de insumos, equipamentos de proteção individual, testes rápidos e RT-PCR, vacinas, entre outros.
Ação 2 – Articular apoio entre Ministério da Saúde, Secretarias Estaduais de Saúde e Secretarias Municipais de Saúde, na gestão de recursos humanos, equipamentos, insumos, equipamentos de proteção individual, testes rápidos e RT-PCR, vacinas, entre outros.
 
Passo 4: Vacinação rápida e segura
Ação 1 – Organizar o processo de trabalho das equipes para realizar a vacinação dos grupos prioritários, preconizados no Plano Nacional de Vacinação, estabelecendo fluxo diferencial interno para o atendimento às demandas programadas e espontâneas.
Ação 2 – Garantir a biossegurança e a vacinação dos profissionais de saúde que atuam na assistência.
 
Passo 5: Comunicação
Ação 1 – As três esferas de gestão devem realizar campanhas de comunicação para a população esclarecendo as medidas preventivas que devem ser adotadas, como 12 uso de máscaras, distanciamento social, lavagem das mãos, uso de álcool em gel, evitar aglomerações, vacina etc.
Ação 2 – Estabelecer meios de comunicação com os profissionais de saúde, a fim de disseminar informações sobre os horários de funcionamento dos estabelecimentos de saúde, fluxos da rede de atenção à saúde local, atualizações, orientações, diretrizes e protocolos vigentes.
Ação 3 – Estabelecer meios de comunicação com a população (rádio, TV e outras mídias sociais), a fim de mantê-la informada sobre a situação epidemiológica local e os serviços de saúde disponíveis no território, adequados a cada caso.
 
Passo 6: Promoção e prevenção
Ação 1 – Promover ações de educação em saúde para a comunidade. Ação 2 – Articular ações intersetoriais para promoção da saúde.
 
Passo 7: Reabilitação e complicações pós covid-19
Ação 1 – Garantir acesso aos serviços de saúde às pessoas com sintomas persistentes após infecção por covid -19.
Ação 2 – Identificar a necessidade de encaminhamento para serviços especia
lizados, sempre que necessário, e estabelecer fluxos de referência e contrarreferência
 
 
VI.2. Estrutura física, logística e Recursos Humanos do município de Arraial do Cabo
 
A tabela abaixo lista as unidades de saúde presentes no município de Arraial do Cabo para a assistência à população.
 

 
Estruturas das Unidades de Saúde
Unidade ESF Tereza Vieira Franciscone, R. São Januário Figueira
Unidade PSF Sabiá: Av. Beija flor, s/n Sabiá
Unidade PSF Monte Alto: R. da Paz, s/n Monte Alto
Unidade PSF Ivete Correa Vitirino: Alameda Boa Vista, s/n Pr. Grande
Unidade PSF Prainha: R. José Pinto de Macedo, 480 Prainha
Unidade PSF Juarez Félix Cardoso: R. Tomé de Souza, s/n Cabocla
Unidade PSF Carlos Barcelos: R. Almirante Tamandaré, 286 Hermes Barcelos
Unidade PSF Prainha II: R. Almirante Tamandaré, 286 Canaã
 
A tabela abaixo descreve a estrutura logística e de recursos humanos disponíveis para o município de Arraial do Cabo, HGAC.

 
Estrutura Recursos Humanos Transporte
Leitos UPG – 5
Leitos UPG COVID – 5
Enfermeiros – 108 Ambulâncias grandes UTI -02
 
Leitos Adultos – 28
Técnicos de enfermagem – 262 Ambulância grande COMUM – 01
Leitos Pediátricos – 3 Médicos – 194 Ambulância Pequena – 01
Respiradores – 10 Recepcionistas – 56 Ambulância pequena – lotada no Posto de saúde Monte Alto – 01
EPI – São disponibilizados EPI suficiente para atender a demanda hospitalar. Funcionários de limpeza– 79 Ambulância Grande – lotada no Posto de Saúde Figueira – 01
Motoristas – 35
Maqueiros – 33
 
OBS: Números indicados representam estrutura e recursos humanos voltados ao atendimento de pacientes com COVID-19
           

 
  1. Previsão de ações para o enfrentamento da COVID-19 no município de Arraial do Cabo durante o ano de 2021:
 
Com base no exposto acima e utilizando-se das estruturas físicas, logísticas e recursos humanos disponíveis em Arraial do Cabo, o atual plano define metas e ações para o contingenciamento dos casos de COVID-19 no município.
As orientações abaixo se referem à rede básica de saúde do município de Arraial do Cabo indicando o fluxo de suporte ao usuário e estabelecendo alguns critérios de atendimento.
O atendimento por demanda espontânea terá como prioridade aos pacientes idosos e de risco que comparecerem na unidade. É importante ressaltar a importância de se facilitar o atendimento dos casos suspeitos de coronavírus, agilizando o atendimento dos mesmos e favorecendo um maior controle da disseminação viral. Pacientes provenientes de demanda espontâneas considerados suspeitos devem ser examinados em área específica e devem receber máscara cirúrgica. Caso a permanência do mesmo seja igual ou maior que 4 horas, a máscara deverá ser trocada.
Um dos pilares importantes para o contingenciamento da COVID-19 está pautado na realização de busca ativa para avaliar possíveis casos assintomáticos de coronavírus na população. A notificação deve ser feita à vigilância epidemiológica Municipal para registro e acompanhamento do caso. Também deve ser notificado à vigilância Epidemiológica Municipal quanto a coleta de amostras nas unidades de saúde ou em domicílio dos casos identificados como suspeitos para viabilizar o acompanhando os casos no município de Arraial do Cabo.
Aumentar e sistematizar a testagem de segmentos da população de Arraial do Cabo também será importante na tomada de decisões para o contingenciamento da COVID-19 no município. Para tal, pretende-se ampliar a coleta de exames e a realização de testes rápidos em pontos distribuídos por todo o território municipal ou quando o órgão competente for acionado.
 
 
 
VACINAÇÃO
 
 
            A ampliação do percentual de vacinação da população é parte importante do enfrentamento da COVID-19 no município de Arraial do Cabo.  Sendo assim pretende-se atingir as seguintes metas para 2021:
  • Ampliar o percentual de vacinação da população maior de 18 anos com a primeira dose do imunizante e obter adesão satisfatória da segunda dose, nesta população.
  • Entre os indivíduos com até 18 anos (totalizando 25.319) pretende-se imunizar em 100% a população alvo, havendo, no entanto, a dependência da disponibilização de doses liberadas pelo Estado.
Ademais, pretende-se aumentar a adesão da população às campanhas de vacinação de Influenza visando como estratégia de diminuir quadros respiratórios análogos à COVID, facilitando assim o manejo adequado e uma maior eficiência no atendimento dos casos COVID-19.
Para o cumprimento das metas descritas pretende-se intensificar a divulgação do cronograma de vacinação (primeira e segunda doses da vacina anti-COVID) além da utilização de materiais digitais e outros meios de comunicação (quais temos acesso?) para a divulgação da importância da vacinação da população em geral contra o Influenza.
 
 
NOTIFICAÇÃO
 
Os casos suspeitos, prováveis e confirmados, em serviços públicos e privados, devem ser notificados de forma imediata pelo profissional de saúde responsável pelo atendimento. Esta notificação deve ser encaminhada à vigilância epidemiológica do município de Arraial do Cabo.
 
      DIAGNÓSTICO LABORATORIAL
Para coleta e realização dos testes, os profissionais envolvidos deverão utilizar equipamentos de proteção individual (EPI) adequado: luvas descartáveis, avental e proteção para os olhos. Máscaras N95 devem ser utilizadas durante procedimento de coleta de materiais respiratórios com potencial de aerossolização, como aspirado de vias aéreas ou indução de escarro.
A realização de coleta de amostra é indicada sempre que ocorrer a identificação de caso suspeito de COVID-19. Para o diagnóstico recomenda-se aplicação do teste rápido a partir do oitavo dia do início dos sinais e sintomas. Havendo disponibilidade, coleta de aspirado de nasofaringe (ANF) ou Swab combinado nasal/oral ou Amostra de secreção respiratória inferior (escarro ou lavado traqueal ou lavado broncoalveolar) devem ser realizadas. Considerando os novos vírus ou novos subtipos virais em processos pandêmicos, a coleta para diagnóstico poderá ser estendida até o 7° dia (mas preferencialmente a partir do 3° dia).
As amostras coletadas deverão ser encaminhadas ao Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels (Lacen-RJ), acompanhada de cópia da ficha de notificação (disponível em https://redcap.saude.gov.br/surveys/?s=TPMRRNMJ3D) e do registro no GAL. O Lacen-RJ é responsável pelo contato e transporte da amostra para o laboratório de referência. As amostras devem ser mantidas refrigeradas (4-8°C) e devem ser processadas de 24 a 72 horas após a coleta. Na impossibilidade de envio dentro desse período, recomenda-se congelar as amostras a-70°C até o envio. As embalagens para o transporte de amostras de casos suspeitos de infecção por COVID-19 devem seguir os regulamentos de remessa para Substância Biológica UN 3373, categoria B. A coleta de amostra será realizada pelas unidades assistenciais locais, com apoio da Vigilância em Saúde Municipal, que fará o transporte para o Lacen - RJ.
 
AMPLIAÇÃO E TESTAGEM
Município de Arraial do Cabo fez nova compra de testes rápidos para a ampliação da taxa de testagem da população. Os testes rápidos são disponibilizados no centro de triagem COVID-19, montado como anexo do HGAC.  
A coleta e os exames para a detecção de casos positivos de COVID-19 estão disponíveis no Centro de Triagem COVID -19 por procura espontânea a partir do aparecimento dos sintomas seguindo o protocolo de realização a partir do 3º dias de sintomas para swab e 8º dia para testes rápidos, evitando assim a ocorrência de resultados falsos positivos.
Como medida de busca ativa de casos assintomáticos na população e visando dar suporte ao retorno das atividades escolares em regime semi-presencial ou presencial no município pretende-se:
  •  Realizar testagem da comunidade escolar municipal e privada em intervalos de 15 dias, no período de agosto à dezembro de 2021. Estabelecimentos serão selecionados de acordo com a distribuição, abrangendo de forma ampla o território de Arraial do Cabo.
 
MANEJO DOS CASOS DE COVID-19
 

 
Protocolo de atendimento nas unidades básicas de saúde.
 
CLASSIFICAÇÃO CONDUTA ACOMPANHAMENTO
Caso suspeito de COVID-19 Avaliação dos sinais e sintomas
Orientação sobre a permanência em isolamento domiciliar caso apresente sintomas leves. Indicar teste rápido seguindo protocolo descrito acima
Usuários com sintomas graves devem ser encaminhados ao centro de triagem de COVID- anexo ao HGAC
Casos leves: unidades básicas de saúde e vigilância em saúde do município
Casos graves: pronto socorro HGAC e vigilância em saúde do município
Caso confirmado de COVID-19 Realizar atendimento médico e de enfermagem
Avaliar os sinais e sintomas, atenção ao início dos mesmos.
Casos leves: indicar o isolamento social por 14 dias e o retorno à unidade médica
Monitorar o usuário nas primeiras 48h, preferencialmente por telefone, se houver necessidade de exame físico solicitar que o mesmo compareça a unidade básica de saúde, adotando medidas como utilização de máscara e atendimento em local apropriado. Orientar em caso de piora o retornar a unidade básica de saúde, ou procurar o centro de triagem COVID-19 e Unidade de Pronto Socorro Municipal.
Casos graves: encaminhar ao centro de triagem de COVID-19, providenciar transporte adequado para procedimentos de internação, testes e manejo
Realizar busca ativa para avaliação de contactantes
 
Em 14 dias, estando 72 horas sem sintomas, realizar a alta do usuário.
Casos leves: unidades básicas de saúde e vigilância em saúde do município
Casos graves: pronto socorro HGAC e vigilância em saúde do município
Casos descartados de COVID-19 Realizar atendimento médico e de enfermagem
Avaliar os sinais e sintomas.
Prescrição de medicamentos conforme conduta médica
Orientar o retorno do paciente o retorno à unidade básica de saúde ou à unidades de emergência caso haja persistência ou agravamento dos sintomas

 
Unidades básicas de saúde e vigilância em saúde do município caso esteja em isolamento domiciliar
 
Unidade hospitalar e vigilância em saúde do município caso esteja internado ou em atendimento
 
Manter acompanhamento do usuário até a melhora do quadro clínico.
 
 
 
 
IDENTIFICAÇÃO DOS CONTACTANTES
            Como medida de controle da disseminação viral é necessária a busca ativa de usuários, para permitir o acompanhamento do quadro além da inclusão de contactantes. As equipes principalmente compostas por Agentes Comunitários de Saúde devem priorizar a adoção de medidas busca ativa para identificação dos Contactantes. Como medidas Identificação de contactantes temos:
  • Identificar todas as pessoas que tiveram ou têm contato com caso suspeito ou confirmado
  • Apoiar a equipe da vigilância na realização de busca ativa;
  • Identificar usuário de grupo de comorbidades, orientando ao isolamento domiciliar.
  • Na presença de sinais e sintomas monitorar o usuário e seus familiares na observação, acompanhamento e regressão e progressão do quadro clínico.
 
TRANSPORTE
A rede de transporte em saúde do município de Arraial do Cabo conta com  5 ambulâncias, sendo 2 UTIS grandes, 1 Comum Grande, 1 doblô pequena, 1 pequena no Posto de Monte Alto e 1 grande no Posto Figueira, maqueiros, motoristas e os critérios para transporte de casos de COVID-19 devem seguir às orientações abaixo:
  • Transporte do domicílio para o serviço de saúde ocorrerá por meio de transporte sanitário com as devidas precauções no caso de paciente em domicílio que já foi atendido e avaliado em unidade de saúde e apresenta quadro clínico que necessite de reavaliação.
  • Transporte entre unidades de saúde: aplicável a paciente atendido em unidade de saúde que requer avaliação em outro nível de atenção e/ou internação devendo ser transferido em ambulância para a instituição mais adequada de acordo com a gravidade do caso clínico.
  • Transporte para isolamento em domicílio: aplica-se para paciente atendido em unidade de saúde que apresenta condição clínica de acompanhamento e isolamento domiciliar receberá as devidas orientações pela equipe de saúde e equipe de vigilância em saúde municipal.
  • Remoção: Após avaliação de caso clínico suspeito, se houver necessidade de transporte para uma unidade de saúde, a remoção acontecerá em ambulância. Indivíduos com quadro clínico suspeito, sem domicílio, devem permanecer em leitos de observação isolados até a melhora do quadro clínico. Na hipótese da melhora do quadro, informar a Secretária de Assistência, para acompanhamento do mesmo dentro das questões sociais.
 
CENTRO DE TRIAGEM DE COVID-19
Fluxo de Atendimento no Centro de Triagem de COVID-19
Distribuição de máscara a todos os usuários da unidade – Substituir a máscara caso o tempo de permanência exceda 4horas.
USUÁRIO COM QUADRO GRAVE?
Não Sim
Usuário presenta febre? Atendimento imediato na sala de suporte/estabilização
SIM NÃO Encaminhamento para unidade com condições adequadas dependendo do quadro clínico
Espera para usuário com febre igual ou acima de 37,8 Espera para usuário sem febre
Classificação pela equipe de enfermagem dependendo da presença dos seguintes sintomas (febre com tosse, dor de garganta, coriza, congestão nasal, obstrução das vias aéreas ou calafrios)
Sim
Consulta médica com atestado para 14 dias. Testagem e Indicação de volta caso haja piora
Não
Prestar o atendimento adequado. Indicar o retorno caso seja necessário
Alta – sinalizar à unidade básica em saúde e à vigilância em saúde para monitoramento
 
 
VIGILÂNCIA EM SAÚDE
 
A Vigilância em Saúde é um setor de extrema importância para o acompanhamento, avaliação e monitoramento dos casos de COVID-19 no município e está dividida em 4 frentes: a vigilância epidemiológica, vigilância sanitária, vigilância ambiental e saúde do trabalhador.
A Vigilância Epidemiológica se caracteriza por um conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou a prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes ou condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças e agravos. Durante esta fase de pandemia pelo Novo Coronavírus, as atividades da vigilância epidemiológica serão pautadas nas determinações da OMS e do ministério da Saúde sendo estas baseadas em evidências técnicas e científicas veiculados nos meios de comunicação.
O principal objetivo neste momento é promover a identificação, notificação e manejo oportuno de casos suspeitos e confirmados de COVID-19 modo a minimizar os riscos de transmissão em âmbito municipal, estadual e no território nacional. As principais ações são a identificação de casos suspeito de acordo com a definição vigente, a investigação epidemiológica e a identificação e o monitoramento de contactantes do caso suspeito, utilizando os documentos padronizados constantes nos sites dos SVS/Ministério da Saúde, serviços de vigilância em saúde do estado do rio de janeiro.
A Vigilância Sanitária municipal realizará suas atividades em nível de fiscalização e cumprimento das normas federais, municipais e estaduais de saúde. Dentro da competência da vigilância sanitária temos um conjunto de ações capazes de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse a saúde.
Desta forma caberá a este ramo da vigilância em saúde: à fiscalização dos estabelecimentos essenciais, assim como a notificação pelo não cumprimento dos decretos estaduais e municipais. Vale ressaltar que sendo Arraial do Cabo um município com importante atividade turística e que, portanto, recebe um maior número de pessoas em datas comemorativas e feriados, haverá uma intensificação das atividades de fiscalização dos estabelecimentos prestadores de serviço, nestes períodos.  Os relatórios deverão ser entregues quinzenalmente ao responsável pela vigilância em saúde municipal, no objetivo de avaliar os impactos ocasionados no município pelo não cumprimento das ações sanitárias. A coordenação em vigilância sanitária manter-se-á atualizado quanto a notas técnicas emitidas pelas áreas competentes da ANVISA e Vigilância Sanitárias Estaduais disponíveis no site da SES/RJ.
No âmbito da Vigilância em Saúde do Trabalhador, deverá ocorrer o acompanhamento e fiscalização de trabalhadores, suas condições sanitárias de trabalho e a disponibilidade de equipamento de proteção individual e sua respectiva utilização conforme as normas do ministério da saúde.
Deverá ser avaliado quinzenalmente pela vigilância e saúde do trabalhador, o número de trabalhadores contaminados e afastados como suspeitos ou confirmados pelo covid -19, este relatório deverá ser encaminhado para o responsável da vigilância em saúde, para que medidas efetivas de prevenção e controle da transmissão de COVID-19 sejam tomadas.
À Vigilância ambiental caberá a avaliação ambiental, sanitização e notificação de casos suspeitos e confirmados junto com as demais vigilâncias. Além disso, este ramo da vigilância em saúde deverá dar continuidade à fiscalização e monitoramento não só do COVID-19 como também das arboviroses, doenças que devem ser evitadas e ainda mais intensamente no contexto COVID, com o intuito de diminuir a carga sobre o sistema de saúde.

 
  1. Referências
 
https://cidades.ibge.gov.br/brasil/rj/arraial-do-cabo/panorama
WHO, 2021. https://covid19.who.int/ (Acesso em 16/07/2021)
MS, 2021. https://www.gov.br/saude/pt-br/vacinacao/ (acesso em 16/07/2021)
 
WHO,https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/technical-guidance
 
Guia Orientador para o enfrentamento da pandemia covid-19 na Rede de Atenção à Saúde 4ª edição
 
Seta
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